"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
RUI BARBOSA

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

301- TDAH Plus : Dez Condições Que Podem Estar Associadas ao TDAH


Se você foi diagnosticado com TDAH, é provável que você possa ter outro transtorno associado. Eis aqui o que você deve procurar.

O TDAH raramente vem sozinho

Cerca de 80% dos que têm o diagnóstico de TDAH também são diagnosticados com outro transtorno psiquiátrico em alguma época de suas vidas. Um transtorno comórbido é uma segunda condição separada que existe junto com o TDAH, e precisa de tratamento em conjunto com o TDAH. Há vários transtornos geralmente associados ao TDAH.

TDAH e Depressão

As pessoas com TDAH têm três vezes mais probabilidade de desenvolver depressão do que a população em geral. Depressão e TDAH compartilham os mesmos sintomas, tais como desatenção, problemas de sono e falta de motivação, mas as causas dos sintomas são diferentes. Com o TDAH, você pode não estar motivado por estar oprimido. Com a depressão, você não quer fazer nada mesmo. Se os sintomas de tristeza, letargia ou insônia persistirem, apesar do tratamento do TDAH, você deve falar com seu médico. Há tratamentos para a depressão.

TDAH e Dificuldades de Aprendizado

O TDAH causa impacto no aprendizado e no comportamento na escola, mas o transtorno é diferente de uma dificuldade de aprendizagem. Crianças com TDAH têm de três a cinco vezes mais probabilidade de desenvolver uma dificuldade de aprendizagem do que aquelas sem o TDAH. Cerca de metade das que têm TDAH também tem algum tipo de dificuldade de aprendizagem. As que têm dificuldades de aprendizagem podem ter dificuldade de organizar o pensamento, de encontrar a palavra certa quando falam, de leitura, de escrita, de matemática, ou dificuldade de memória e de raciocínio.

TDAH e Ansiedade

Cerca de um quarto dos que têm TDAH também tem um transtorno de ansiedade. Assim como com a depressão, os dois compartilham sintomas em comum, tais como falta de foco e insônia. O nervosismo também é um possível efeito colateral dos estimulantes. Se você tem medos persistentes e inexplicáveis, ou tem ataques de pânico, e sente que o tratamento do seu TDAH não está funcionando, fale com seu médico sobre o transtorno de ansiedade.

TDAH e Transtorno de Oposição e Desafio

Sintomas de transtorno de oposição e desafio (TOD) incluem repetidas crises de raiva, brigas excessivas com adultos, falta de cooperação, incomodação deliberada dos outros, busca de vingança, ser maldoso e injurioso. A pesquisa mostra que entre 45 e 84% das crianças com TDAH desenvolverão TOD. O tratamento do TOD inclui psicoterapia e medicamentos.

TDAH e Transtorno Bipolar

O transtorno bipolar é caracterizado por oscilações do humor - excitação, períodos de euforia (mania) e períodos de depressão. Os estágios de mania são geralmente vistos como hiperatividade e os períodos de depressão como desatenção e falta de motivação, todos comuns ao TDAH. Os que têm o transtorno bipolar podem perder o contato com a realidade ou ter um senso distorcido da realidade; seu humor, tanto a mania quanto a depressão, podem durar semanas. Cerca de um quinto dos que têm TDAH também tem transtorno bipolar.

TDAH e Transtorno do Processamento Sensorial

O transtorno do processamento sensorial é uma incapacidade de por em ordem os estímulos externos, tornando insuportável o menor estímulo, ou a necessidade de procurar atividades com alto nível de estimulação para despertar os sentidos adormecidos. Quando os pesquisadores examinaram crianças que mostravam os sintomas do TDAH ou do TPS, 40% tinham sintomas de ambos. É importante que ambas as condições sejam identificadas e tratadas precocemente.

TDAH e Autismo

Um estudo recente sugere que crianças com TDAH têm 20 vezes mais probabilidade de ter alguns sintomas de autismo quando comparadas a crianças sem TDAH. Assim como com o TDAH, não há nenhum teste de laboratório para diagnosticar o autismo. Pode ser difícil diagnosticar e separar as duas condições porque os sintomas de ambas se superpõem. O autismo é caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social, e comportamentos repetitivos. Alguns sintomas precoces são atraso da fala, evitar o contato visual e não responder quando chamado pelo nome. O diagnóstico e o tratamento precoces são importantes.

TDAH e Abuso de Substâncias

Vinte a 30% dos adultos com TDAH desenvolverão problemas de abuso de substâncias em alguma época de suas vidas. Alguns usam drogas ou o álcool para combater os sintomas de TDAH, para dormir melhor ou para melhorar o humor. As pessoas com problemas de abuso de substâncias têm risco maior de depressão e de ansiedade. O mau uso do álcool e das drogas torna mais difícil o tratamento do TDAH.

TDAH e Síndrome de Tourette

Já se pensou que a medicação estimulante causasse a síndrome de Tourette nas crianças com TDAH. As pesquisas recentes mostraram que ambos os transtornos têm fatores de riscos semelhantes - fumar durante a gestação, parto prematuro, baixo peso ao nascer. Os portadores de Tourette exibem tiques motores e vocais -  movimentos rápidos, repetitivos, e sons que vão desde leves a severos. Cerca de 90% dos que têm Tourette também têm outro transtorno, sendo o mais comum o TDAH.

TDAH e Transtorno de Conduta

Entre 25 e 45% das crianças com TDAH desenvolvem o transtorno de conduta (TC). As características do TC incluem brigas, crueldade contra animais e pessoas, atitudes destrutivas, mentiras, roubos, vagabundagem, fuga de casa. O tratamento do TC exige a certeza de que os sintomas do TDAH sejam tratados adequadamente, terapia comportamental e aconselhamento. Seu médico poderá sugerir aconselhamento aos pais para que aprendam modos mais produtivos de responder aos comportamentos dos filhos.


ADDitude

domingo, 6 de outubro de 2013

300- O TDAH não é uma desculpa – Nunca.


 
O déficit de atenção pode explicar o mau comportamento do meu filho de oito anos – mas, agora, embora a medicação ajude a controlar seus impulsos, ela não o livra de apuros. Por Samantha Hines.

Meu filho de oito anos, Edgar, nem sempre se comporta bem. Seus irmãos também não, mas ele tem TDAH e eles não, assim, seus comportamentos e ações estão sob observação mais rigorosa do que os dos seus irmãos. Embora eu pudesse inicialmente gostar de bater o pé e dizer “Isso não é correto”, eu acho que realmente seja. Com professora e mãe – como ser humano – tenho aderido à noção de que o correto não é todos terem o mesmo tratamento, mas todos terem o que precisam.

O comportamento dos irmãos de Edgar geralmente não está sob o microscópio de ninguém porque eles não estão atravessando um processo de desaprender e aprender. Antes do diagnóstico de TDAH do Edgar, e o subsequente tratamento médico, suas transgressões não respondiam às correções. Você podia dizer para ele na segunda-feira que ele não podia se comportar daquele modo em certos locais. Na quarta-feira, ele já teria esquecido a conversa ou repetiria impulsivamente o comportamento indesejável.

Depois que a medicação foi iniciada, repentinamente Edgar, pela primeira vez, parecia entender seu comportamento e como ele atingia os outros. Ele usava palavras tais como “reação exagerada” para explicar por que ele atirava longe o lápis quando ficava sabendo que teríamos frango, em vez de macarrão, no jantar. Ele, finalmente, parecia entender o propósito por trás das consequências.

A despeito do sucesso do tratamento medicamentoso, sua prescrição está longe de ser uma panaceia. É errado pensarmos, nós e Edgar, que seja. A medicação é uma ferramenta que abre as portas para ele, mas isso não livra, ele e seus pais, do trabalho que tem de ser feito.

Recentemente, um membro da família pediu a Edgar que parasse de jogar um videogame que tomava sua atenção a ponto de fazê-lo ignorar a existência de todos os outros. Foi solicitado que ele arrumasse a bagunça que havia deixado em outro cômodo. Era um pedido simples, razoável, mas naquele instante Edgar não entendeu assim. Ele explodiu verbalmente, e, em vez de arrumar a bagunça, tornou-a pior.

Eu o tirei da situação, arrumei a bagunça eu mesma, e me despedi. No carro, expliquei a Edgar as consequências do seu comportamento. Enquanto eu fazia isso, seu irmão de quatro anos disse, em um momento de solidariedade fraternal, “Mas, mãe, Edgar tem TDAH”. Minha resposta foi simples: “O TDAH do Edgar é uma explicação, mas nunca uma desculpa”.

Edgar cumpriu sua consequência, e, por causa da medicação que usa, foi capaz de entender por que seu comportamento não era aceitável. Haverá transgressões no futuro – talvez outra amanhã? Claro que sim. Mas ele, assim como todos nós, está aprendendo.

ADDitude.

sábado, 5 de outubro de 2013

299- Entendendo o Déficit de Atenção: O Novo TDAH


O que há de novo sobre o TDAH? Muita coisa, de acordo com Thomas Brown, professor em Yale, Estados Unidos. Você vai pensar de modo diferente depois que souber de todos os fatos.

Por Thomas Brown, Ph.D.

TDAH 2.0

Descobertas das neurociências, as imagens do cérebro e a pesquisa clínica mudaram dramaticamente o velho entendimento sobre o TDAH como um transtorno essencialmente do comportamento. Agora, os especialistas veem o TDAH como um transtorno de desenvolvimento do sistema de autocontrole do cérebro, suas funções executivas. Há muitos outros mitos sobre o TDAH, como você verá. Assim, atualize seu pensamento sobre o transtorno com os fatos.

Novo Modelo versus Velho Modelo

O novo modelo do TDAH difere por várias maneiras do modelo anterior desse transtorno como um conjunto de problemas de comportamento das crianças pequenas. O novo modelo é um paradigma de mudança para o entendimento do TDAH. Ele se aplica às crianças, adolescentes e adultos. Ele focaliza uma ampla faixa de funções de autocontrole ligadas a complexas operações do cérebro, e essas não estão limitadas aos comportamentos facilmente observáveis. Mas, há uma sobreposição substancial entre os modelos novo e velho do TDAH.

O Foco que Liga e Desliga

Os dados clínicos indicam que os problemas de função executiva são variáveis de acordo com a situação; cada pessoa com TDAH tende a ter algumas atividades ou situações específicas nas quais ela não tem nenhuma dificuldade em usar as funções executivas que estão significativamente prejudicadas para ela na maioria das outras situações. De modo típico, essas atividades são as em que o portador de TDAH tem um forte interesse pessoal ou as em que ele acha que algo de muito desagradável acontecerá se ele não fizer a tarefa já.

Sinais na Infância

As pesquisas recentes mostraram que muitos com TDAH funcionam bem durante a infância e não manifestam sintomas significativos até a adolescência, ou mais tarde, quando grandes mudanças são encontradas nas funções executivas. Na década passada, as pesquisas mostraram que os sintomas prejudiciais do TDAH geralmente persistem até a idade adulta. Entretanto, os estudos também mostraram que alguns indivíduos com TDAH durante a infância experimentam redução significativa de seus prejuízos conforme envelhecem.

QI Alto e TDAH

A inteligência, medida pelos testes de QI, não tem virtualmente nenhuma relação sistemática com os prejuízos das funções executivas descritos no modelo novo do TDAH. Os estudos mostraram que até mesmo crianças e adultos com inteligência extremamente alta podem sofrer os prejuízos do TDAH. Isso causa problemas para eles usarem suas fortes habilidades cognitivas de maneira consistente e eficaz em muitas situações da vida.

Conexão Emocional

Pesquisa recente mostrou o papel importante das emoções no TDAH. Algumas pesquisas focalizaram somente os problemas de regulação das emoções sem a inibição necessária. A pesquisa também mostrou que um déficit crônico das emoções, que compromete a motivação, é um prejuízo para a maioria dos indivíduos. Isso torna difícil para eles despertar e sustentar a motivação para atividades que não dão reforço imediato e contínuo.

Mapeando os Déficits

As funções executivas são complexas e envolvem não somente o córtex pré-frontal, mas também muitos outros componentes do cérebro. Indivíduos com TDAH diferem, conforme foi achado, na taxa de maturação de áreas específicas do córtex, na espessura do tecido cortical, nas características das regiões parietais e cerebelares, assim como nos gânglios da base e nos tratos substância branca que ligam e fornecem comunicação criticamente importante entre várias regiões do cérebro.

Desequilíbrio Químico

Os prejuízos do TDAH não são devidos ao excesso global ou à falta de uma substância química específica dentro ou ao redor do cérebro. O problema primário é relacionado às substâncias químicas fabricadas, liberadas e recaptadas ao nível das sinapses, as junções entre certos circuitos neuronais que controlam o sistema de gerenciamento do cérebro. Pessoas com TDAH tendem a não liberar o suficiente dessas substâncias químicas essenciais, ou a liberar e recaptá-las muito rapidamente. A medicação para o TDAH ajuda a melhorar esse processo.

O Gene do TDAH

Não foi identificado nenhum gene como a causa dos prejuízos conhecidos como TDAH. A pesquisa recente identificou dois grupamentos diferentes que juntos estão associados com o TDAH, embora não definitivamente causadores. Nesse ponto, a complexidade do transtorno é provavelmente associada a muitos genes, cada um dos quais, por si mesmo, tem somente um pequeno efeito sobre o aparecimento do TDAH.

TDAH e TOD

A incidência do transtorno de oposição e desafio (TOD) em crianças com TDAH varia de 40 a 70%. As taxas mais altas são geralmente para as pessoas com o tipo combinado de TDAH.  O TOD é caracterizado pelos problemas crônicos de comportamento negativista, desobediente, desafiador e/ou hostil contra as figuras de autoridade. Tipicamente, o TOD é aparente ao redor dos 12 anos de idade e persiste por cerca de seis anos, para gradualmente desaparecer. Mais de 70% das crianças diagnosticadas com o TOD nunca desenvolvem Transtorno de Conduta.

TDAH e Autismo

A pesquisa demonstrou que muitos indivíduos com TDAH têm traços significantes relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), e que muitas pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista também preenchem os critérios para o TDAH. Os estudos também mostraram que os medicamentos para o TDAH podem ser úteis para aliviar sintomas de TDAH em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista. Os medicamentos para TDAH também podem ajudar os que têm TEA com TDAH a melhorar alguns dos seus problemas.

Medicamentos e Mudanças Cerebrais

Os estudos e os testes clínicos mostraram que as medicações para o TDAH dão os seguintes benefícios para algumas crianças e adultos:

melhora da memória de trabalho, do comportamento em sala de aula, da motivação para fazer as tarefas e para prosseguir na tentativa de resolver problemas.

diminuição do aborrecimento e da distração quando faz as tarefas, e diminuição das crises emocionais.

aumento do desempenho nas provas, nas notas e outras conquistas que podem ter efeitos duradouros.

normalização das anormalidades estruturais de regiões específicas do cérebro.

Medicamentos para Idades Diferentes

O ajuste fino da dose e dos horários dos estimulantes é importante porque a dose mais eficiente depende de quão sensível é o organismo do paciente àquela medicação específica. Geralmente os médicos começam com uma dose muito baixa e aumentam gradualmente até que uma dose eficaz seja encontrada, que um efeito colateral importante ocorra, ou que seja atingido o máximo recomendado. Alguns adolescentes e adultos precisam de doses menores do que as tomadas por crianças; algumas crianças pequenas precisam de doses maiores do que as dos seus colegas.

Pré-escolares e Medicamentos

As pesquisas mostraram que a maioria das crianças de 3 a 5 e meio anos de idade, com TDAH de moderado a grave, tem melhora significativa dos sintomas quando tratada com estimulantes. Os efeitos colaterais são ligeiramente mais comuns do que usualmente vistos nas crianças maiores, mas ainda mínimos. Em 2012, a Associação Pediátrica Americana recomendou que as crianças de 4 a 5 anos de idade, com TDAH que cause problemas significativos, devem ser tratadas com terapia comportamental. Se não for eficaz depois de nove meses, a medicação estimulante é recomendada.

Impulsivo para Sempre?

Muitos  com  TDAH nunca manifestam níveis excessivos de hiperatividade ou de impulsividade na infância ou depois. Entre os que são mais hiper e impulsivos na infância, uma porcentagem substancial supera os sintomas na metade da infância ou no início da adolescência. Mas os prejuízos em focalizar e em manter a atenção, em organizar as tarefas, controlar as emoções e em usar a memória de trabalho podem persistir e se tornar problemáticos, conforme a pessoa entra na adolescência e na idade adulta.

TDAH é Diferente

O TDAH difere de muitas outras doenças no que ele cruza com outras doenças. O prejuízo das funções executivas que constitui o TDAH também é presente em outras doenças. Muitas dificuldades de aprendizado e doenças psiquiátricas poderiam ser comparadas a problemas com um programa de computador que, quando não está funcionando bem, interfere com algumas funções. O TDAH deve ser comparado a um problema com o sistema operacional do computador que vai interferir com o funcionamento de muitos programas diferentes.

ADDitude.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

298- Eu queria que os não TDAHs...


Leitores imaginam um mundo no qual o déficit de atenção fosse mais bem compreendido e aceito. ...só isso!

Eu queria que os não TDAHs...

Acreditassem que o TDAH é de verdade. Eu queria que o nosso mundo acreditasse que a falta de substâncias químicas no cérebro não é diferente de ter deficiência de substâncias químicas em outras partes do corpo, como a falta de insulina no diabetes. D. S., Arkansas.

Parassem de ser tão críticos sobre o uso de medicação para tratamento do TDAH. Não sabem como doeu o coração meu e do meu marido quando tivemos de decidir tomar essa atitude para nosso filho. Não é como acordar de manhã cedo e dizer "Ei, não temos nada melhor para fazer do que medicar nosso filho. Vamos lá!" Houve milhares de lágrimas derramadas, antes dessa decisão, minhas, do meu marido e do meu filho. Michelle, Ohio.

Engolissem as queixas sobre a necessidade de me focalizar nas tarefas  e por não responder aos e-mails. Aos 52 anos de idade, já estou um pouco cansada disso. Andrea, New York.

Parassem de ser tão críticos em relação a mim. Luto com a constante falta de compreensão da minha mulher. Também sofro no trabalho. Muitas vezes sinto que, devido à minha falta de capacidade para acertar, sou ignorado e mal compreendido. George, Louisiana.

Entendessem que não é o fim do mundo se meu filho quer ficar de pé enquanto faz o trabalho na escola ou se tira os sapatos quando fica sentado. É porque não é com eles... - Jeanette, Virginia.

Calassem, em vez de dizer "Tive um momento TDA". Tais comentários depreciam os desafios que o TDAH nos impõe todos os dias. Erin, Florida.

Perdoassem mais. Todos temos um lado bom e nossas fraquezas. Diana, Maine.

Evitassem dizer que meu TDAH vai sumir  e que eu vou ficar ótimo quando ficar mais velho. Um leitor de ADDitude.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

297- Lista dos 100 Primeiros Artigos Publicados no Blog


Se já leu algum, leia novamente, com mais atenção. Se não leu, aproveite o conteúdo de algum que lhe interesse. Procure no arquivo do blog, mais abaixo e à sua direita.

1- Saudações.
2- O TDAH e os professores.
3- TDAH - Dicas para a sala de aula.
4- Listas de checagem do TDAH - Sandra Rief
5- TDAH - Cartilha do Educador.
6- TDAH - Preocupado? Leia isto:
7- Novas diretrizes para o tratamento do Déficit de Atenção/Hiperatividade.
8- Quais são as características ideais de um professor para crianças e adolescentes com TDAH?
9- O que os professores devem esperar do desempenho acadêmico dos alunos com TDAH?
10- Acomodações em classe e auxílios para os alunos com TDAH.
11- O que acontece com quem herda a predisposição para o TDAH?
12- O comportamento dos pais em relação aos filhos pode agravar o TDAH?
13- O TDAH não pode pura e simplesmente ser secundário ao modo como as crianças são educadas pelos pais?
14- Focalizando a atenção das crianças desatentas com TDAH.
15- Crianças com o transtorno de oposição e desafio.
16- Crianças com o transtorno de oposição e desafio - Dados para as famílias.
17- Os sintomas do TDAH.
18- TDAH - Sintomas em adultos.
19- Dicas para ajudar os pais com TDAH a se manterem organizados.
20- Quando o seu filho é o culpado pelo bullying.
21- O que os pais podem fazer para ajudar no tratamento?
22- Dicas para os pais.
23- Vinte e cinco coisas boas do TDAH.
24- Doze dicas para ajudar crianças com TDAH a ler, escrever e em matemática.
25- Pai de criança com TDAH? Cinco segredos para uma disciplina melhor.
26- Minimize as brigas sobre trabalhos de casa e estudo criando rotinas para seu filho com TDAH.
27- Estratégias amigáveis, aprovadas pelos pais, para ajudar crianças com TDAH a fazerem seu trabalho de casa.
28- Acabe com a distração: Melhorando o foco do TDAH em casa e na escola.
29- Vinte e sete acomodações que funcionam para o TDAH.
30- Risco de depressão e suicídio no TDAH de adolescentes.
31- Dicas de comportamento escolar: controle do impulso para crianças com TDAH.
32- Para os pais de crianças com TDAH.
33- TDAH - Sugestões para intervenções do professor.
34- Como falar com uma criança ou adolescente sobre o TDAH?
35- Falta conhecimento sobre o TDAH. Isso é grave!
36- Quando mudar de médico.
37- Álcool e medicamentos para o TDAH. O que é seguro?
38- Evite a destruição das festas de Natal: Auxílio para as crianças com TDAH.
39- Medicamentos ou tratamento alternativo para o TDAH?
40- TDAH é uma doença inventada?
41- Melhorando o comportamento em classe: Ajude as crianças com TDAH a parar a inquietação.
42- Dez ou mais ferramentas de relacionamento do TDAH para o amor duradouro.
43- Sete soluções para problemas de sono.
44- Reduza a ansiedade naturalmente.
45- Memória de trabalho e memória de curto prazo.
46- Estatísticas relacionadas ao TDAH em crianças e adolescentes sem tratamento.
47- Simplifique sua vida com o TDAH aprendendo a dizer "não".
48- Seis maneiras para o adulto com TDAH interromper a procrastinação.
49- A instabilidade na carreira mostra o pior do meu TDAH.
50- Cecília Meireles - Motivo.
51- Modificação das tarefas acadêmicas no TDAH.
52- Você ouve os outros? Como brilhar em situações sociais com o TDAH.
53- 10 maneiras de arruinar um bom relacionamento.
54- Como ajudar estudantes com TDAH no ensino médio a se preparar para a faculdade.
55- Seis truques para a memória de estudantes com TDAH.
56- Lição de casa.
57- A perspectiva das crianças que vivem com TDAH.
58- TDAH em adultos.
59- Disciplina (Professor João Marcello Almeida).
60- Repensar o TDAH a partir de uma perspectiva cognitiva.
61- TDAH e dificuldades com matemática: Semelhanças cognitivas e intervenções.
62- Quando os professores culpam os pais pelo TDAH e pelas dificuldades de aprendizagem do aluno.
63- Lista dos artigos já publicados no blog.
64- Crianças e adolescentes desafiadores e violentos: programa de treinamento de pais que auxiliam a mudar o comportamento.
65- Bullying: colégio terá que indenizar família de aluna.
66- Crianças e adolescentes desafiadores e violentos (segunda parte).
67- Crianças e adolescentes desafiadores e violentos (terceira parte).
68- Ajude seu filho a controlar o humor.
69- Déficits das funções executivas em crianças.
70- Os dez piores terapeutas para adultos com TDAH.
71- Dicas para as mães sobre o tratamento do TDAH.
72- Técnicas de gerenciamento do tempo: 9 dicas DR Hallowell para poupar o seu tempo.
73- Desafios podem tornar prazeroso para a criança o dever de casa.
74- Levando a sério o controle dos sintomas do TDAH.
75- Crianças e adolescentes desafiadores e violentos: Um treinamento de disciplina para refrear comportamento violento e desafiador.
76- Picking ou conduta auto-lesiva ou escoriação neurótica.
77- Conduta auto-lesiva (skin picking). Qual é a causa, como podemos prevení-la?
78- Soluções para o sono das crianças com TDAH: Sicas experimentadas pelos pais.
79- Ansiedade? Depressão? Algumas mudanças simples de estilo de vida podem melhorar a saúde mental dos adultos com TDAH.
80- O TDAH falsificado.
81- Alguns dados sobre dislexia. Veja mais em www.dilexia.com.br
82- Autismo ou TDAH?
83- TDAH e dificuldades com a matemática: Semelhanças cognitivas e intervenções no ensino.
84- O que é dificuldade com a matemática?
85- Dificuldades com a matemática e TDAH.
86- Tudo é memória de trabalho?
87- TDAH e dificuldades com a matemática - A melhor prática em sala de aula.
88- Uso do computador ainda assusta professores.
89- O tratamento do TDAH.
90- Medicações utilizadas no tratamento do TDAH.
91- O que as crianças necessitam para aprender e crescer?
92- Problemas com a medicação do TDAH: Por que a receita pode não ser eficiente.
93- Decida com facilidade.
94- TDAH - Dificuldade de aprendizagem. o que as pesquisas mostram.
95- TDAH do adulto - motivação no trabalho: a chave para superar a procrastinação.
96- TDAH e Sexo - Redescobrindo o romance em seu casamento.
97- Dificuldades de concentração no ambiente escolar - com foco nas crianças com TDAH, Autismo, Síndrome de Down.
98- Pesquisadores investigam as causas da ansiedade com matemática.
99- Quantificação e análise da concordância entre pais e tutores no diagnóstico do TDAH.
100- TDAH do adulto - Sempre atrasado?