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Mostrando postagens de Novembro, 2010

40- TDAH É UMA DOENÇA INVENTADA?

Você certamente já leu ou ouviu em algum lugar que o TDAH “é uma doença inventada pelos laboratórios farmacêuticos” ou que é uma “medicalização” de comportamentos de indivíduos que são simplesmente diferentes dos demais. Então vamos aos fatos:

1) O que hoje chamamos de TDAH é descrito por médicos desde o século XVIII (Alexander Crichton, em 1798), muito antes de existir qualquer tratamento medicamentoso. Não existia sequer aspirina... No inicio do século XX, aparece um artigo científico publicado numa das mais respeitadas revistas médicas até hoje, The Lancet, escrito por George Still (1902). A descrição de Still é quase idêntica a dos modernos manuais de diagnóstico, como o DSM-IV da Associação Americana de Psiquiatria. Se fosse uma doença “inventada” ou “mera conseqüência da vida moderna”, você acha que seria possível atravessar quase dois séculos com os mesmos sintomas?

2) Os sintomas que compõem o TDAH são observados em diferentes culturas: no Brasil, nos EUA, na Índia, na China,…

39- Medicamentos ou Tratamento Alternativo para o TDAH?

Decidir pode ser difícil… Considere este conselho de um especialista quando for decidir se o melhor para o seu filho com TDAH é o medicamento ou o tratamento alternativo.
by Edward Hallowell, M.D.

Depois que uma criança é diagnosticada como portadora do TDAH, uma das decisões mais difíceis que um pai tem de tomar é se vai usar ou não a medicação. Eu já passei por isso. Dois dos meus três filhos têm TDAH, e, embora eu e minha mulher tenhamos decidido pela medicação – que, por sinal, ajudou imensamente a ambos, sem efeitos colaterais – chegar a essa decisão necessitou de uma cuidadosa reflexão.

Quando foi sugerido que meus filhos usassem a medicação, eu tive minhas dúvidas. Eu sabia que os medicamentos para o TDAH são seguros e eficientes, mas eu me preocupei que talvez, por alguma razão desconhecida, eles pudessem prejudicar a saúde dos meus filhos. Embora a medicação estimulante esteja sendo utilizada por mais de 60 anos, eu me perguntava se algum efeito colateral novo poderia aparec…

38- Evite a Destruição das Festas de Natal: Auxílio para as crianças com TDAH

Seis maneiras para os pais auxiliarem suas crianças com TDAH a aproveitarem as celebrações dos feriados natalinos sem problemas de comportamento, conflitos de família ou exacerbação dos sintomas do TDAH. Por Carol Brady, Ph.D.

As festas natalinas podem ser muito estressantes para as crianças com TDAH. Viajar e visitar parentes pode destruir suas rotinas diárias, e toda a excitação pode ser opressiva. Siga estas estratégias apropriadas para a família, para evitar a destruição das festas natalinas, para manter suas crianças com TDAH sentindo-se bem, e criando memórias mais felizes.

1- Planeje antes

Durante os feriados, a rotina e a estrutura vão-se pela janela. Uma criança precisa suportar uma viagem de automóvel, de trem, ou de avião; sentar-se polidamente à mesa de jantar por longos períodos; ter menor controle da dieta e do sono. Planejar para esses efeitos colaterais dos feriados será útil para as crianças e para os seus pais.

Decida como os dias serão gastos – festas, decoração, vis…

37- Álcool e Medicamentos para o TDAH: O que é Seguro?

Como o álcool interage com sua medicação para o TDAH do adulto? Leia este conselho do especialista antes de consumir bebidas alcoólicas.  Por Larry Silver, M.D., ADDitude Magazine

Cada pessoa tem seu modo especial de aproveitar os feriados, e, para muitas, isto significa beber um copo de vinho, um coquetel ou uma cerveja.

Mas a bebida combina com o TDAH e com a medicação que você está usando para o tratamento? E quais são os riscos de se embebedar se o seu TDAH não estiver sendo tratado?

Menos é mais

Beber com moderação é atitude sábia para todo mundo, mas é imperativo para os adultos com TDAH. O álcool pode ser perigoso para a sua saúde e a sua segurança.

Os medicamentos estimulantes geralmente usados para tratar o TDAH podem intensificar os efeitos do álcool assim como os da maconha ou da cocaína. A quantidade de álcool que geralmente causaria uma bebedeira naqueles que não estivessem tomando medicamento pode resultar em coma alcoólico nos que estão tomando medicação. Antidepressiv…

36- Quando mudar de médico

Garantindo o melhor diagnóstico e tratamento do TDAH

O médico que trata dos sintomas de TDAH do seu filho deve fazer mais do que dar receitas de medicamentos para o TDAH. Ele deve ser minucioso, simpático e conhecedor do transtorno de déficit de atenção. Como é o médico da sua família? - por Edward Hallowell, M.D.- Publicado em ADDitudeMag.com

Se você tem se perguntado se o seu filho está recebendo a atenção médica correta para o transtorno de atenção dele, você não está sozinho.

Muitos profissionais e clínicas não levam o tempo certo para fazer um diagnóstico correto ou para estabelecer um plano de tratamento. Por “correto”, não quero somente dizer usar as ferramentas e técnicas adequadas. Digo estabelecer uma ligação pessoal com você e com seu filho.

Você tem de ser compreendido e ouvido ao longo do árduo processo de diagnóstico e tratamento do TDAH. Atualmente muitos profissionais de saúde mental ignoram a pessoa, enquanto tentam fazer um plano de tratamento para o paciente. E ele …

35- Falta conhecimento sobre o TDAH. Isso é grave!

Conhecimento sobre o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade no Brasil J. bras. psiquiatr. v.56 n.2 Rio de Janeiro 2007
Marcelo Gomes; André Palmini; Fabio Barbirato; Luis Augusto Rohde; Paulo Mattos

OBJETIVO: Verificar o conhecimento da população sobre o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e de médicos, psicólogos e educadores sobre aspectos clínicos do transtorno.

MÉTODOS: 2.117 indivíduos com idade > 16 anos, 500 educadores, 405 médicos (128 clínicos gerais, 45 neurologistas, 30 neuropediatras, 72 pediatras, 130 psiquiatras) e 100 psicólogos foram entrevistados pelo Instituto Datafolha. A amostra da população foi estratificada por região geográfica, com controle de cotas de sexo e idade. A abordagem foi pessoal. Para os profissionais (amostra aleatória simples), os dados foram coletados por telefone em Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

RESULTADOS: Na população, > 50% …